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	<title>Arquivos Relacionamento - Tatiana Leite</title>
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	<description>Psicóloga - CRP 06/77375</description>
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	<title>Arquivos Relacionamento - Tatiana Leite</title>
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		<title>Seja a mudança que você deseja no seu relacionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 00:10:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOTERAPIA]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O começo de ano tem o poder de renovar nossas esperanças e sonhos criando novas metas para o próximo ciclo de doze meses. É muito comum as pessoas criarem expectativas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tatianaleite.com.br/2021/01/26/seja-mudanca-que-voce-deseja-no-seu-relacionamento/">Seja a mudança que você deseja no seu relacionamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://tatianaleite.com.br">Tatiana Leite</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O começo de ano tem o poder de renovar nossas esperanças e sonhos criando novas metas para o próximo ciclo de doze meses. É muito comum as pessoas criarem expectativas em relação à mudança e traçarem objetivos para o novo ano que se inicia. No entanto, são poucos aqueles que conseguem focar no objetivo e realmente mudar a postura, os hábitos e se concentrar em concretizar as metas. </span><span style="font-weight: 400;">Esse desejo de mudança e transformação também atinge os relacionamentos e alguns casais colocam nas &#8220;metas de ano novo&#8221; cuidar da vida a dois, principalmente quando as coisas não estão indo bem.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A magia dos recomeços também pode acontecer nos relacionamentos amorosos, mas para isso é preciso transformar a maneira como as pessoas agem dentro de seus casamentos. Essa mudança de postura quase nunca é simples. Mas, os casais que estão comprometidos com melhorar a relação, conseguem encontrar juntos novos caminhos para redescobrir o amor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do desafio ser grande, a boa notícia é que só depende de você melhorar a convivência e, ser a mudança que o seu relacionamento precisa.</span></p>
<h2></h2>
<h2><b>Cinco dicas para melhorar a convivência em casal </b></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Comunicação e conversa</h4>
<p>Não existe uma receita de sucesso. Tem aquilo que funciona para você e seu parceiro. Por isso a comunicação é primordial para um relacionamento de sucesso. Quando o casamento está desgastado é comum não haver mais espaço para o diálogo. E, nesse caso, a mudança que seu relacionamento precisa é redescobrir formas de se comunicar de maneira amorosa, aberta e franca sem que tudo se torne uma briga ou disputa pela razão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>O segredo da boa convivência é a flexibilidade</h4>
<p>Ser flexível, em alguns casos, implica abrir mão das certezas absolutas e se dispor a ouvir e negociar até chegarem a um denominador comum. Entender que existem outros pontos de vista, outras maneiras de agir e reagir que também estão corretos é uma tarefa indispensável. Sem dúvida é também um grande desafio e por isso a flexibilidade é tão importânte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Empatia</h4>
<p>2020 foi um ano difícil para todos e, ao que tudo indica, 2021 não será diferente. Estamos diante de um dos maiores desafios sociais que a nossa geração já enfrentou e se colocar no lugar do outro, para entender as angústias, ansiedades, medos gerados a partir da experiência alheia é uma maneira de se tornar mais amoroso e tolerante com o que te incomoda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Evitar os conflitos</h4>
<p>Sim, muitas vezes fugir da discussão pode funcionar. Isso não significa ignorar as coisas e os problemas que existem na relação, varrendo a sujeira para debaixo do tapete. Mas sim esperar o momento certo de conversar e abordar o tema com o intuito de resolver e não de apontar erros, defeitos e atitudes do outro. Em alguns casos evitar a briga também significa abrir mão das certezas absolutas admitindo que você não precisa ter razão sobre tudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Respeito</h4>
<p>Eu sei que é clichê, mas sim o respeito é a regra de ouro para a boa convivência. Respeitar o outro é mais do que tolerar, porque tolerar significa suportar. Você tem que acolher o jeito de ser do seu companheiro, ter paciência e principalmente não julgar as escolhas, decisões e atitudes que ele toma que são diferentes das suas. Respeitar é estar aberto a novas maneiras de enxergar o mundo e aprender a amar a aquilo que torna seu parceiro diferente de você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafios e aprendizados em tempos de isolamento social</title>
		<link>https://tatianaleite.com.br/2020/10/22/desafios-e-aprendizados-em-tempos-de-isolamento-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 11:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOTERAPIA]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isolamento social, desemprego ou possibilidade de desemprego, crises de ansiedade, relacionamentos abalados. Há um ano, ninguém diria que nossas vidas seriam completamente transformadas por uma nova doença. Em março de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Isolamento social, desemprego ou possibilidade de desemprego, crises de ansiedade, relacionamentos abalados. Há um ano, ninguém diria que nossas vidas seriam completamente transformadas por uma nova doença. Em março de 2020, o anúncio dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de que estávamos diante de uma pandemia, gerou diversas mudanças no funcionamento da sociedade. Essas mudanças transformaram completamente nossas rotinas. O que aprendemos após quase oito meses de isolamento social? O que é possível observar do ponto de vista psíquico e de comportamento? </span><span style="font-weight: 400;">Decidi escrever esse artigo para expor aquilo que, conversando com outros profissionais, consegui identificar como sendo os </span><span style="font-weight: 400;">desafios e aprendizados em tempos de isolamento social.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Desafios e aprendizados em tempos de isolamento social</b></h3>
<h2><b>Relacionamentos, casamentos e convívio familiar</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia romântica de se isolar do mundo, e passar mais tempo juntos poderia aproximar os casais, não passa de uma ilusão. Na verdade, logo no início do isolamento, um dos primeiros desafios que veio a tona foi como lidar com a convivência 24h e os conflitos crescentes em torno dos relacionamentos amorosos. Se por um lado tivemos que nos afastar do convívio social, por outro, acabamos nos expondo a um excesso de convívio familiar. Que em alguns, despertou o sentimento de confinamento, de exclusão, desequilíbrios emocionais. Esses fatores acabaram por aumentar a agressividade e construir um clima extremamente estressante e inóspito, aumentando também o número de brigas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, inúmeras pesquisas feitas durante a quarenta mostraram o aumento no número de brigas de casais. Um estudo feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FSBP) analisou mais de 50 mil menções sobre brigas nas redes sociais. O resultado mostrou que houve um aumento de 431% na incidência de brigas de casal durante a pandemia. O mais triste é que grande parte das ocorrências indicavam ter havido violência doméstica contra mulher. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Uso excessivo de telas e redes sociais</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro grande desafio foi o aumento exponencial ao uso de telas e redes sociais. Uma vez que estamos confinados em casa, sem a possibilidade de praticar esportes, ver os amigos, sair para trabalhar. O consumo de conteúdo online se tornou a principal fonte de distração. Passamos a fazer tudo online, desde nossas horas de lazer, estudo, trabalho e entretenimento. Até nosso convívio social passou a acontecer através das telas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, por que isso é um problema? Bom, em primeiro lugar, já está comprovado que o uso prolongado de aparelhos eletrônicos pode prejudicar nossa visão. A luz azul emitida pela tela dos aparelhos é tóxica à nossa retina. Outro fator que precisa ser comentado é que as redes sociais possuem mecanismos altamente viciantes para nosso cérebro fazendo com que fiquemos muito tempo conectados e presos nesse ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande problema é que estamos confinados em casa, sem a possibilidade de trazer a interação social de volta para nossa rotina. Como diminuir o uso de telas e ficar menos tempo conectados quando tudo o que temos que fazer no nosso dia depende deste tipo de tecnologia? </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Ansiedade e depressão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Pandemia trouxe para nossas vidas, de maneira repentina, situações capazes de mexer seriamente com nosso equilíbrio emocional. O isolamento social, desemprego ou possibilidade de desemprego, crises de ansiedade, crise econômica, relacionamentos abalados. Tudo isso fez com que ficássemos ainda mais expostos a crises de ansiedade e depressão. A pouca e total inabilidade de lidarmos com nossas emoções ficou exposta e nesse contexto vimos crescer de maneira preocupante o consumo de álcool. Outro fator que agrava a ansiedade é a perspectiva de lidarmos com algo que não controlamos e consumirmos conteúdo negativo em excesso. Estamos nos colocando constantemente em situação de estresse e isso tem impulsionado os quadros de ansiedade e depressão.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que eu aprendi com o livro: sete princípios para o casamento dar certo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 18:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOTERAPIA]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que existem segredos universais e dicas infalíveis que capazes de fazer qualquer casamento dar certo? Quando o assunto é relacionamento eu sempre desconfiei de regras prontas. Afinal, cada casal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Será que existem segredos universais e dicas infalíveis que capazes de fazer qualquer </span><span style="font-weight: 400;">casamento dar certo</span><span style="font-weight: 400;">? Quando o assunto é relacionamento eu sempre desconfiei de regras prontas. Afinal, cada casal tem uma história de vida e uma maneira de se relacionar que são únicas. Mas, existem alguns princípios que são sustentações importantes para um casamento feliz e duradouro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No livro “Sete princípios para o casamento dar certo” o autor explora pilares de um casamento feliz e duradouro. Foram 30 anos de pesquisa e o livro realmente ensina e aborda o relacionamento a dois sob uma perspectiva muito interessante. Preparei um resumo sobre os pilares citados pelo autor e também uma conclusão sobre o que eu aprendi com o livro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Os sete princípios para o </b><b>casamento dar certo</b><b></p>
<p></b></h3>
<h2><b>Aprofundar o conhecimento mútuo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode ser que você tenha 10, 15 30 anos de casados, mas é sempre importante continuar conhecendo e descobrindo coisas novas sobre o parceiro. Os acontecimentos ao longo da vida vão nos transformando e aprofundar o conhecimento mútuo é algo indispensável para casamentos longínquos. Casais felizes conhecem e partilham a vida um com o outro. falam sobre seus objetivos e metas, sobre o que os deixam estressados, sobre como foi o dia, sobre assuntos de interesse hobbies e novas descobertas. A melhor maneira de nutrir esse princípios fundamental é fazendo perguntas. Pergunte sobre as situações do dia a dia, às opinião s da pessoa em relação a alguma notícia, conversem sobre situações que estão acontecendo no trabalho, nos estudos, na família e nos círculos sociais. Conhecer a opinião, a maneira de pensar é um pilar importante para continuar conectado e se apaixonando pelo seu parceiro.</span></p>
<h2><b><br />
</b><b>Cultivar a afeição e a admiração</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Admiração é o gatilho para a paixão e para o amor. Cultivar uma visão positiva sobre o parceiro, nutrir com carinho essa essa relação e ter admiração pela pessoa que se tem ao lado, talvez seja o princípio fundamental de um casamento feliz. Afinal quando admiramos uma pessoa queremos tê-la por perto, queremos conquistá-la diariamente e isso pode ser a diferença entre casais que se conquistam a vida toda daqueles que acabam por se distanciar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Estarem voltados um para o outro </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso não significa viver apenas para o relacionamento, pelo contrário, é importante cultivar a individualidade e também projetos independentes da vida a dois. Mas esse pilar de: estar voltados um para o outro significa estar presente na vida um do outro. Fazer coisas juntos, em casal. Ter um hobbie em comum, cultivar atividades a dois, se manter conectados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Aceitar as opiniões do parceiro</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Parece óbvio né! Mas as vezes nos perdemos em nossas certezas e passamos a ignorar as opiniões e visões de mundo da outra pessoa. Isso acontece muito dentro dos relacionamentos. Principalmente porque tendemos a achar que nosso parceiro deve pensar como nós. Afinal, já que concordamos em muita coisa, temos que concordar em tudo. Mas não é bem assim! Precisamos aceitar que as pessoas são diferentes, pensam e interpretam o mundo de uma maneira diferente. Na pesquisa realizada pelo autor ele descobriu que os homens são mais propensos a ignorar a opinião de suas esposas. Provavelmente reflexo da cultura patriarcal em que vivemos. Mas isso não é exclusividade de gênero. Aprenda a mostrar empatia e procure ouvir profundamente sem julgamentos, se colocando no lugar do outro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Resolva os problemas que te solução </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o livro dentro de um relacionamento existem dois tipos de problema. Aqueles que são solucionáveis e os problemas perpétuos.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Os </span><b>problemas solucionáveis</b><span style="font-weight: 400;"> são de ordem prática, aqueles do dia a dia. Como não deixar a toalha molhada  na cama, decidir que fará a lista do supermercado, o almoço do domingo, buscar as crianças na escola. São atritos pontuais, muito mais ligados a convivência do dia a dia o que ao relacionamento em si. A dica do autor é resolva esses problemas o quanto antes, e procure uma solução pacífica, calma e acolhedora para ambos. Os problemas solucionáveis não precisam ser motivos de brigas e discussões infinitas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span> <span style="font-weight: 400;">Seja calmo, gentil e não critique seu parceiro. </span><span style="font-weight: 400;">Mostre seu ponto de vista de apontar os defeitos do outro. </span><span style="font-weight: 400;">Se a conversa se tornar uma briga, respirem fundo, mudem de assunto e voltem a conversar sobre o tema em outro momento. </span><span style="font-weight: 400;">Assuma o compromisso de considerar o ponto de vista do outro, sem descredibilizar todo e qualquer argumento da pessoa. </span><span style="font-weight: 400;">Seja tolerante, e lembre-se: seu parceiro não precisa pensar e agir como você</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Supere os problemas perpétuos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora os </span><b>problemas perpétuos</b><span style="font-weight: 400;"> são mais complexos de serem resolvidos porque esses são intrínsecos ao relacionamento. São problemas que surgem quando existe uma diferença fundamental entre o casal. Objetivos de vida diferentes, características da personalidade de cada uma que são fundamentalmente opostas ou conflitantes.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Esse problemas raramente tem solução porque algo tão fundamental sobre a personalidade dificilmente se transforma. Mas, apesar da dificuldade, é possível com tolerância, amor e respeito superar essas diferenças e viver em harmonia com o parceiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Crie significado na vida em comum </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, porém não menos importante está o sétimo princípio que consiste em criar significado para a vida a dois. Ter projetos em comum, ter uma vida em comum. Seja criar os filhos, construir uma casa, viajar a o mundo, abrir uma empresa, etc. Ter um ou mais objetivos de vida que sejam prioridade e que os dois façam parte de maneira igualmente comprometida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criar significado nada mais é do que lembrar-se todos os dias o porque você está nesse relacionamento, porque vocês estão juntos e principalmente o que estão construindo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Restauração familiar: Será que existe relacionamento após o divórcio?</title>
		<link>https://tatianaleite.com.br/2020/07/14/restauracao-familiar-sera-que-existe-relacionamento-apos-o-divorcio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 18:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOTERAPIA]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relacionamentos amorosos são complicados. Principalmente porque vivemos em uma sociedade que constrói uma idealização irreal sobre o que é o casamento. Filmes e músicas alimentam nosso imaginário romântico e fantasioso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Relacionamentos amorosos são complicados. Principalmente porque vivemos em uma sociedade que constrói uma idealização irreal sobre o que é o casamento. Filmes e músicas alimentam nosso imaginário romântico e fantasioso sobre como deveria ser um relacionamento a dois. A frustração é um dos ingredientes mais fatais para um casamento e o </span><span style="font-weight: 400;">divórcio</span><span style="font-weight: 400;"> acaba por acontecer. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem muitos filmes e músicas que falam sobre esse amor romântico, Sobre a paixão e sobre o início de um relacionamento. No entanto, são poucas narrativas que percorrem os caminhos da separação, do porque ela acontece, como ela se desenrola e o que vem depois de um divórcio. Esse é um terreno nada explorado porque raramente queremos nos deparar com o fato de que os casamentos acabam! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil registra mais de 1 milhão de separações por ano e existem muitos </span><a href="http://tatianaleite.com.br/2020/03/11/nove-sinais-de-que-seu-relacionamento-precisa-de-terapia/"><span style="font-weight: 400;">motivos que fazem um casal se separar.</span></a><span style="font-weight: 400;"> Mas não é porque o casamento acabou que o relacionamento também termina. Pelo contrário, em muitos casos ambos ainda terão uma vida em comum. E irão precisar descobrir novas maneiras de conviver em equilíbrio e harmonia.</span></p>
<h3><b>Como iniciar uma</b><a href="http://tatianaleite.com.br/2020/06/10/terapia-de-casal-como-lutar-pela-restauracao-familiar/"><b> restauração familiar </b></a><b>após o divórcio?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a separação o casal terá de descobrir seu próprio caminho para a construção de um relacionamento harmonioso. Transformando o amor romântico em um amor fraterno, principalmente quando existem filhos nessa relação. Trazendo uma convivência mais tranquila e amizade para a mesa da relação. No entanto, para que isso seja alcançável é preciso salvar o pouco que ainda resta entre o casal e tudo começa com uma separação amigável, em bons termos e sem rancor. Sim, é muito difícil conduzir um divórcio onde não haja sofrimento. Afinal o amor acabou, aquela ilusão que se tinha sobre o </span><i><span style="font-weight: 400;">“felizes para sempre” </span></i><span style="font-weight: 400;">se desfez e agora resta muito pouco que ainda conecte essas duas pessoas. Mas, é preciso lutar para que a separação seja um momento de respeito e de construção de algo novo, ao invés de ser apenas o fim do casamento.</span></p>
<h3><b>O filme a História de um Casamento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No filme “História de um Casamento”, percebemos que tudo gira em torno de como lidamos com a perda e com a separação. Na narrativa o tempo, os sonhos e as ambições do casal se distanciam. Eles estão juntos, mas desejam coisas diferentes para suas vidas e carreiras. </span><span style="font-weight: 400;">O filme nos mostra que não existe sincronia eterna e imutável entre duas pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que pode existir é a disposição para a parceria. Uma movimentação a favor de manterem-se </span><span style="font-weight: 400;">unidos, de se fazer concessões. Quando decidimos compartilhar as nossas vidas dentro de um relacionamento, também estamos aceitando que as vidas de outras pessoas sejam compartilhadas conosco. E que, com o tempo, essa sintonia e disposição de partilhar, poderá deixar de existir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No filme, o divórcio começa de maneira terna e chegamos a acreditar que não haverá grandes traumas para o casal. No entanto, o desenrolar da narrativa acaba por revelar duas pessoas emocionalmente indisponível para concessões. Esgotadas por estarem constantemente cedendo aos desejos do outro e engolindo suas reais emoções. Muitas cenas mostram esse rancor e amargura entre o casal em forma de brigas ou de atitudes passivas / agressivas.</span></p>
<h3>A relação de Charlie e Nicole</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A personagem de Scarlett Johansson negligência sua carreira e sonhos em nome da relação familiar. Mas durante o divórcio os sacrifícios feitos pelo casamento se transformam em mágoas e ressentimentos. Muito cuidado com aquilo que não é dito ou vivido dentro de uma relacionamento! Prestar atenção ao detalhes do outro e validar seus desejos e sonhos pode salvar o seu casamento</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, mesmo com todo o desgaste emocional ambos ainda fazem parte da vida um do outro e ainda precisam descobrir maneiras de conviver e se relacionar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase no final da trama, Charlie, o personagem de Adam Drive, já divorciado de sua esposa canta em um bar sobre estar vivo a partir do que é o amor. Essa é uma das cenas mais tocantes do filme. A música retrata que não é porque o casamento acabou que o amor deixou de existir. A vida continua e se renova à medida que o tempo passa e que vamos descobrindo nossos sonhos, desejos e ambições.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://tatianaleite.com.br/2020/07/14/restauracao-familiar-sera-que-existe-relacionamento-apos-o-divorcio/">Restauração familiar: Será que existe relacionamento após o divórcio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://tatianaleite.com.br">Tatiana Leite</a>.</p>
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		<title>Terapia de casal: como lutar pela restauração familiar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 21:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOTERAPIA]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos motivos levam um relacionamento a acabar. A falta de diálogo. Brigas e discussões frequentes. Perda da conexão e da afinidade entre o casal. Perda da admiração.  Dificuldade de comunicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Muitos motivos levam um relacionamento a acabar. A falta de diálogo. Brigas e discussões frequentes. Perda da conexão e da afinidade entre o casal. Perda da admiração.  Dificuldade de comunicação clara sobre as expectativas e desejos de um para com o outro. Mas, apesar dos<a href="http://tatianaleite.com.br/2020/03/11/nove-sinais-de-que-seu-relacionamento-precisa-de-terapia/"> motivos o fim de um relacionamento conjugal</a> não significa o fim de uma família. Ainda mais quando existem filhos que são frutos da relação. O divórcio pode até significar o fim da vida em casal, mas ele também é a reconfiguração de novas maneiras de se relacionar em família. Lutar pela </span><span style="font-weight: 400;">restauração familiar,</span><span style="font-weight: 400;"> independentemente de como o casamento tenha acabado, deve ser prioridade de ambos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na terapia de casal buscamos construir um ambiente de diálogo e cura, entendendo o casal de maneira individual, mas também conectados. Percebendo que cada relacionamento possui uma história única e que não cabe julgamentos ou receitas de bolo na hora reconstruir uma relação para torná-la novamente saudável para todos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Abrindo mão de encontrar um culpado</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><span style="font-weight: 400;">restauração familiar</span><span style="font-weight: 400;"> começa a acontecer quando conseguimos dentro do consultório abandonar a necessidade de encontrar o culpado e iniciamos uma conversa madura e aberta sobre a responsabilização de cada uma das partes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse exercício só é possível quando ambos os lados se sentem seguros o suficiente para expor suas vulnerabilidades. No consultório eu utilizo a abordagem sistêmica, que consiste em tomar certo distanciamento da situação e abandonar o pensamento linear. Nem tudo é causa e consequência direta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pensamento sistêmico inspira-se na fluidez da vida, que está em constante transformação e passa por momentos de expansão e contração de maneira orgânica. Portanto, está baseado na interconexão entre os fatos e nos fluxos circulares e espirais. Nessa abordagem, a lógica de de dualidade “Se isso, então aquilo” não se aplica. Não existem verdade absolutas, logo não cabe encontrar culpados e fazer acusações.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Comunicação não violenta</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação Não Violenta &#8211; CNV &#8211; pode ser uma ferramenta para construção desse processo de restauração familiar. Ela consiste em criar um sistema claro de conversa para que o casal volte a se comunicar expressando o que sente e o que deseja do outro sem ofender ou fazer acusações ao longo do caminho.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Estabelecer conversas construtivas para alcançar a  </b><b>restauração familiar </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Atentos e cientes das necessidades de cada um podemos estabelecer conversas construtivas que irão nos ajudar nesse processo de recriar conexões e restaurar a família. Ok, pode ser que o casamento tenha acabado e que ambos não queriam mais construir um relacionamento como marido e mulher. No entanto, é preciso encontrar outras conexões e caminhos para continuarem sendo uma família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta não é imposta ou conduzida, mas as sessões servem para descobrir juntos nesse novo caminho.</span></p>
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		<title>Como preservar a saúde mental em tempos de pandemia?</title>
		<link>https://tatianaleite.com.br/2020/05/14/como-preservar-saude-mental-em-tempos-de-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 22:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOTERAPIA]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início de 2020, enquanto todos nós estávamos fazendo planos, traçando metas e escrevendo nossas resoluções de ano novo, uma nova doença começava a se espalhar. Na época ninguém sabia, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tatianaleite.com.br/2020/05/14/como-preservar-saude-mental-em-tempos-de-pandemia/">Como preservar a saúde mental em tempos de pandemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://tatianaleite.com.br">Tatiana Leite</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No início de 2020, enquanto todos nós estávamos fazendo planos, traçando metas e escrevendo nossas </span><a href="http://tatianaleite.com.br/2020/01/11/metas-de-ano-novo/"><span style="font-weight: 400;">resoluções de ano novo</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma nova doença começava a se espalhar. Na época ninguém sabia, mas o coronavírus (COVID-19) iria mudar radicalmente e de maneira repentina nosso estilo de vida. Em poucas semanas o novo vírus se espalhou pelo mundo todo de maneira exponencial e preocupante. Foi como se estivéssemos em um carro em alta velocidade e de repente atingíssemos um muro de pedras.  </span><span style="font-weight: 400;">A velocidade de propagação, a agressividade do vírus e o pouco conhecimento sobre a nova ameaça fez com que a única arma para combater a doença fosse a quarentena de toda a população. Diante de tantas mudanças como você tem preservado a sua </span><span style="font-weight: 400;">saúde mental em tempos de pandemia?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu não tenho respostas prontas. Na verdade, desconfie de quem em um cenário como esse, te oferecer soluções simples. Mas, apesar da falta de certezas quero usar esse espaço para conversarmos sobre como podemos nos ajudar a passar por esse momento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Um olhar para entender o cenário atual</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O novo coronavírus surgiu no final de dezembro de 2019, os primeiros casos registrados da doença aconteceram na China na cidade de Wuhan. Em poucas semanas, o vírus começou a se espalhar por outros países. Em meados de janeiro já havia casos de contaminação local na Europa e na primeira quinzena de março a Organização Mundial de Saúde &#8211; OMS, declarou o coronavírus uma pandemia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi assim, de uma hora para outras que o coronavírus afetou a vida de todos. O medo em relação à doença, as incertezas sobre o futuro, o impacto nos empregos, a ansiedade e preocupação com a saúde de familiares e amigos. Tudo acerca dessa nova realidade desencadeia uma série de emoções que causam medo, ansiedade e depressão.</span></p>
<h2></h2>
<h2><b>Como manter a saúde mental em tempos de pandemia?</b></h2>
<h4><b>Evite ser bombardeado por informações sobre a doença o tempo todo!</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais fatores que agravam os quadros de ansiedade e depressão é o excesso de informação. É fácil perder o controle emocional quando vemos que temos pouca ou nenhuma influência sobre os acontecimentos à nossa volta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os efeitos devastadores de uma super exposição do tema estão sendo sentidos na Itália. Uma </span><a href="https://www.estudosnacionais.com/22843/italia-sofre-epidemia-de-suicidios-e-depressao-com-sensacionalismo-das-informacoes/"><span style="font-weight: 400;">reportagem do site estudos nacionais</span></a><span style="font-weight: 400;"> mostrou como o sensacionalismo das informações, a pressão psicológica diante dos acontecimentos e as poucas habilidades emocionais fizeram aumentar o número e as tentativas de suicídio no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disseminação do medo foi a arma usada pela mídia e pelo governo para conter a população em casa. No entanto, as imagens de pacientes entubados nas UTIs, caixões empilhados, caminhões frigoríficos empilhando os corpos geraram desencadearam tanto medo e ansiedade na população que alguns pacientes que estavam com suspeita da doença, mesmo antes de terem os testes confirmados, decidiram encerrar a própria vida a ter que lutar contra o coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, escolha um ou dois horários durante o dia para ver notícias e procure se informar em veículos de credibilidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Crie uma rotina durante o seu isolamento</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você está trabalhando em casa, ou mesmo se está afastados de suas tarefas, saiba que ter uma rotina é muito saudável para sua saúde mental. Isso inclui estabelecer horários para acordar e dormir, horários para refeições, cumprir com a rotina de trabalho, etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante também abrir espaços para aquele hobbie que você ama. Para aquele curso que você sempre quis concluir online. Mas, tão importante quanto preencher a sua agenda do dia com tarefas construtivas é deixar espaço para o ócio. Isso mesmo, não fazer nada e não ter a obrigação de estar sempre produzindo algo também fazem parte de uma rotina mental saudável.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Use a tecnologia para se conectar com as pessoas</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A tecnologia é uma importante aliada nesse momento. Mantenha-se perto das pessoas que você ama, mesmo estando longe. Ligue para seus amigos mais próximos e para seus familiares. Procure manter uma leveza nessas conversas, fale sobre como você se sente, escute sobre o dia das outras pessoas. Aproveite para falar sobre como cada uma está lidando com esse momentos, ou então diversifique o assunto. Fale sobre filmes, livros e séries. O que importa é se sentir parte de um grupo mesmo com o distanciamento físico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tecnologia também serve para te manter próximo de profissionais de saúde e terapeutas que possam te acompanhar nesse momento. </span><span style="font-weight: 400;">Caso você já faça terapia, não deixe de realizar as sessões por conta do isolamento.</span><span style="font-weight: 400;"> Muitos psicólogos estão fazendo atendimentos online. Se você ainda não faz terapia esse é um bom momento para começar. Não existe uma única pessoa que não esteja confusa, preocupada ou com medo de tudo o que está acontecendo. O acompanhamento psicológico pode te ajudar muito a passar por tudo isso de maneira mais equilibrada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Ofereça suporte psicológico aos profissionais que estão na linha de frente</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as pessoas que mais estão sofrendo depressão e ansiedade estão os profissionais de saúde que estão na linha de frente para combater a doença. Muitos estão afastados de suas família, trabalhando longas horas sem descanso e lutando contra um vírus o qual ainda não existe protocolo de tratamento e remédios com eficácia comprovada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos e enfermeiros estão na linha de frente tentando salvar milhares de vidas em condições precárias onde falta equipamento de proteção, leitos para os pacientes, respiradores para casos agudos da doença. Entre os terapeutas que atendem médicos, enfermeiras e outros profissionais de saúde que estão diariamente lutando contra a doença já existem relatos de que esses profissionais estão sendo severamente afetados psicologicamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você tem um amigo, familiar ou conhecido que está na linha de frente ofereça suporte emocional. </span><span style="font-weight: 400;">Precisamos, mais do que nunca, nos colocarmos no lugar do outro. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Tenha certeza de que você não está sozinho</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais que o isolamento social afete a saúde mental e faça as pessoas se sentirem sozinhas é primordial lembrar-se de que você não está sozinho. Estamos todos passando por isso juntos. Procure cultivar uma atitude positiva. Por mais difícil que seja, manter pensamentos construtivos nos ajudam a seguir com equilíbrio mesmo diante do caos. Não fique ruminando o medo nem dando atenção para pensamentos ruins. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Peça ajuda!</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu sei que são tempos difíceis, conturbados e que a ansiedade diante de tudo o que está acontecendo pode te afligir. Por isso, peça ajuda! Não negligencie a sua saúde mental. Cuidar de você é o mais importante nesse momento! Quer saber mais sobre o atendimento online? Preencha o formulário, ou então me manda uma mensagem nas redes sociais!</span></p>
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		<title>Nove sinais de que seu relacionamento precisa de terapia</title>
		<link>https://tatianaleite.com.br/2020/03/11/nove-sinais-de-que-seu-relacionamento-precisa-de-terapia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 23:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vida agitada, trabalho, filhos, compromissos, contas e mais contas. Você já parou para pensar que essas responsabilidades são capazes de matar um relacionamento? No entanto, se todos nós temos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tatianaleite.com.br/2020/03/11/nove-sinais-de-que-seu-relacionamento-precisa-de-terapia/">Nove sinais de que seu relacionamento precisa de terapia</a> apareceu primeiro em <a href="https://tatianaleite.com.br">Tatiana Leite</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma vida agitada, trabalho, filhos, compromissos, contas e mais contas. Você já parou para pensar que essas responsabilidades são capazes de matar um relacionamento? No entanto, se todos nós temos obrigações por que isso acaba se tornando um problema incorrigível dentro de alguns casamentos e não de outros? Como saber se seu relacionamento precisa de terapia?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é uma pergunta difícil de ser respondida. Afinal, cada relacionamento é único. Por mais que os padrões e os problemas possam ser parecidos. Cada pessoa reage de um jeito diferente. Portanto, é imprevisível. Mas, uma coisa é fato: é muito difícil preservar a leveza, a diversão e o encantamento em relacionamento longo após assumirmos tantos papéis sociais como de mãe, esposa, executiva ou pai, esposo e empreendedor, por exemplo. Para manter a relação interessante, após tantos anos, o segredo está no comprometimento do casal com a relação e no quanto ambos ainda querem estar juntos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é essencial identificar os problemas que estão dificultando a convivência e matando o interesse. E, agir para corrigi-los enquanto o relacionamento ainda não está 100% desgastado. A terapia de casal é, portanto, um espaço para entender o que está acontecendo, colocar o problema e trabalhar a relação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><b>Como identificar se o seu relacionamento precisa de terapia?</b></h1>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Falta de comunicação</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos primeiros sinais de que a coisa não está bem é a falta de comunicação. Quando um fala uma coisa e o outro entende outra. Quando tudo o que precisa ser conversado acaba em discussão e briga. Ou quando mesmo estando concordando os ruídos e atritos da comunicação fazem a conversa se tornar difícil. Tudo é considerado um ataque. Ambos ficam com a sensação que devem se proteger o tempo todo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Convivência difícil</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se relacionar com o outro é muito difícil. Tudo o que decidem fazer juntos se torna mais um problema para ser administrado e resolvido. Conviver no mesmo ambiente se torna desgastante, irritante e manter-se afastado parece mais fácil, mais confortável do que ter que se envolver com o outro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Falta de afinidade para fazer as coisas juntos &#8211; não fazem mais planos para o futuro</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tópico é quase uma extensão do anterior. Ambos sentem que não gostam mais das mesmas coisas. Não existe afinidade sobre os interesses em comum. Ou sobre as coisas que querem fazer. Outro &#8220;sintoma&#8221; é que tudo relacionado a outra pessoa, os hobbies, os interesses, os amigos, parece algo irritante e tedioso. Por extensão, o casal para de ficar junto, fazer as coisas a dois e pensar planos para o futuro. Uma viagem de férias, comprar uma casa maior. Sonhos e metas são algo particular e, raramente, são divididos com o parceiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Discussões frequentes &#8211; um não tem mais paciência com outro</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As brigas se tornam mais frequentes. Os problemas de comunicação, somados a convivência difícil acabam sendo uma faísca para que tudo se torne motivo para uma discussão. É comum atritos começarem por algo pequeno e se tornarem uma avalanche. Onde questões não resolvidas são trazidas de volta para a conversa. As discussões ao invés de serem uma ferramenta para resolver o problema se tornam um ambiente de troca de acusações onde no fim ambos estão magoados e irritados. Assim,  nada se resolve. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Perda da admiração</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Admirar o parceiro é algo importantíssimo para um relacionamento saudável. Se sentir encantado, seduzido e querer estar ao lado da pessoa é algo que faz bem para a relação. A morte da admiração é um grande sinal de que as coisas não estão bem e que o casal precisa se reconectar. Re-construir esse vínculo é um desafio, mas não é impossível. Na verdade, é comum durante as sessões, um relacionamento que estava desgastado ser resgatado graças admiração que um sentia pelo outro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Relação sexual </b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A perda do interesse mútuo afeta a vida sexual do casal, reduzindo a frequência e a qualidade das relações. O sexo acaba sendo uma das primeiras coisas a serem afetadas por problemas dentro da relação. Se algo não está bem no casamento, 99% são as chances do sexo também não estar. Esse desinteresse afetivo só agrava a situação, já que o casal acaba se afastando ainda mais, perdendo a intimidade e piorando a situação em todas as áreas do relacionamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Desconfiança, ciúme, traição</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ciúme e a desconfiança gera um desgaste emocional em ambos. Se você não confia no seu parceiro, a cobrança, o controle e a falta de segurança sobre a relação irão aos poucos sufocar a convivência. Esse é um sinal de alerta de que algo precisa ser trabalhado e a terapia acaba sendo um ambiente próprio para o casal discutir esse problema.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Solidão na relação</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro que precisamos ter nosso próprio espaço e momentos de solitude, mas se você está sofrendo porque sente que não existe intimidade, vínculo e apoio afetivo esse é um claro sinal de que o casamento não está bem. É terrível sentir-se só mesmo estando com um parceiro ou parceira, ter a sensação de que precisa lidar com os problemas sozinha(o), que não pode contar com outro.  E, essa situação acaba se agravando com o tempo a ponto de você ter certeza que vale mais a pena se separar do que viver sozinho estando casado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><b>Agressividade &#8211; falta de respeito</b></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um sinal claro de que o relacionamento está por um fio. Se um não toma mais o cuidado de não magoar o outro dentro de uma discussão, o sinal de alerta precisa ser dado com urgência. São em casos assim onde o xingamento, as ofensas pessoais, o tom de voz, a ironia, tomam conta da discussão. Parece que o objetivo aqui é realmente machucar o parceiro. A falta de respeito, agressões verbais e agressões físicas são a morte de um relacionamento saudável e construtivo. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><b>O que é a terapia de casal?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A terapia de casal é um ambiente de diálogo e de cura para uma relação. O processo é conduzido por um psicoterapeuta e não existe julgamento moral nesse espaço. O objetivo das sessões é recolocar o casal no mesmo ambiente. Criar uma disposição para que ambos possam entender o que está acontecendo com o relacionamento. Vale lembrar que, para iniciar uma terapia o casal não precisa necessariamente estar casado, basta que tenha disposição e interesse de ambos em conversar sobre a relação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><b>Quando buscar ajuda de um terapeuta?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Na maioria dos casos os casais chegam ao consultório quando estão em conflito ou quando percebem que a relação está por um fio. Mas, não precisa ser assim! Quando o casal percebe que não está mais conseguindo lidar com os conflitos, ou ao menor sinal de atrito não solucionado, o ideal já é buscar um terapeuta..</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a terapia é realizada no início dos problemas a chance da relação se fortalecer e não acabar é muito maior. A terapia preventiva também é uma boa ferramenta para consolidar uma relação. Afinal, quanto mais você e seu parceiro trabalharem a relação, mais fácil será manter os vínculos afetivos saudáveis e fortes.</span><span style="font-weight: 400;"></p>
<p></span></p>
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		<item>
		<title>Como a internet e as redes sociais transformam as relações amorosas?</title>
		<link>https://tatianaleite.com.br/2020/02/13/como-internet-e-as-redes-sociais-transformam-as-relacoes-amorosas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 14:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internet revolucionou o mundo do trabalho, a maneira como estudamos, como consumimos informação e como nos expomos no mundo. Se ela foi capaz de mexer com as estruturas sociais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tatianaleite.com.br/2020/02/13/como-internet-e-as-redes-sociais-transformam-as-relacoes-amorosas/">Como a internet e as redes sociais transformam as relações amorosas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://tatianaleite.com.br">Tatiana Leite</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A internet revolucionou o mundo do trabalho, a maneira como estudamos, como consumimos informação e como nos expomos no mundo. Se ela foi capaz de mexer com as estruturas sociais não seria diferente com os relacionamentos humanos e, também, com as relações amorosas. É claro que a transformação em si não é o problema. A questão é que nós nos acostumamos com a velocidade com que as coisas mudam. Estamos aderindo isso dentro dos nossos relacionamentos. As perspectivas, os pontos de vistas, as verdades científicas, as evoluções tecnológicas, tudo se transforma de maneira exponencial e, infelizmente, estamos trazendo essa forma de experienciar o mundo para os relacionamentos amorosos. Tudo tem se tornado efêmero, simples, vazio e descartável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filósofo e sociólogo polonês, </span><span style="font-weight: 400;">Zygmunt Bauman, descreveu esse fenômeno em seu social best-seller amores líquidos.</span> <span style="font-weight: 400;">A obra é fundamental para compreender as relações afetivas da atualidade. Apesar de ter sido lançada em 2003,  está cada dia mais atual e relevante.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>A tecnologia aproxima e afasta as pessoas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito comum ouvirmos que a tecnologia está afastando as pessoas do contato físico, das conversas presenciais e da interação real. Mas, ao mesmo tempo, também ouvimos muitas histórias de casais que se conheceram por meio da internet, iniciando seu relacionamento de forma virtual. A utilização de aplicativos de relacionamento para encontrar parceiros, iniciar um relacionamento ou mesmo para manter um namoro à distância é cada vez mais usual. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa feita nos Estados Unidos pelo Pew Research Center indica que 41% dos jovens da geração Z, entre 20 e 35 anos, sentem-se mais próximos de seus parceiros por conta dos recursos tecnológicos. Mas, 74% afirma que a internet e as redes sociais impactam no relacionamento. Portanto, a tecnologia é tanto capaz de afastar quanto aproximar as pessoas. O que determina o modo como ela vai interferir na sua vida amorosa é como você mesmo aprende a lidar com as ferramentas que estão disponíveis.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>O fenômeno tinder das relações líquidas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine-se em um cenário onde você está solteira ou solteiro. Para encontrar pessoas e iniciar novas relações você decide instalar o tinder ou algum outro aplicativo de relacionamento. Uma ferramenta simples para você encontrar um parceiro ou parceira, que te livra da necessidade de ter que fazer isso em ambientes reais. Assim, você pode, do conforto da sua casa, no trajeto para o trabalho ou no intervalo das aulas da faculdade, buscar alguém que “combine com você”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tecnologia se torna, portanto, uma facilitadora do processo. Ela ainda ganha pontos extras já que ajuda a quebrar uma barreira muito inibidora: o medo de ser abertamente rejeitada(o). Trazendo assim a segurança e o conforto de não precisar se expor de verdade, uma vez que o aplicativo só abre a interação para conversa depois que ambos os lados já demonstraram atração e interesse mútuo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, quando você vence essas primeiras etapas e começa um namoro sério, a tecnologia pode se tornar uma ferramenta de contato e aproximação, mas, ao mesmo tempo,  também pode ser uma grande inimiga do relacionamento duradouro. Primeiro porque ela compete por sua atenção. Segundo porque sua experiência te diz que é simples encontrar um novo parceiro, já que o aplicativo está cheio de oportunidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, ela pode transformar os relacionamentos duradouros em efêmeros e descartáveis.  Ao menor sinal de conflito ou desinteresse, ao invés dos casais conversarem, discutirem, argumentarem, chegarem a um acordo e resolverem a questão, eles terminam. É mais fácil romper e recorrer novamente a tecnologia. E, o maior problema desse comportamento é que a tendência é ele se tornar um padrão, onde o ciclo se repete indefinidamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Como evitar que a tecnologia se torne um problema no seu relacionamento?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro que a tecnologia não é a grande vilã das relações. Na verdade, essas ferramentas são neutras. A maneira como as usamos é que determinam se serão boas ou ruins para nós. Para evitar que a internet seja uma problema no seu namoro ou casamento, eu listei algumas condutas e comportamentos que podem ser adotados. Confira!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>1. Cuidado com a projeção e a expectativa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas são as principais barreiras de todo relacionamento que pode ser potencializado com as relações virtuais. Se você conhecer uma pessoa online, faça o encontro presencial acontecer o quanto antes. Claro que você deve observar as questões de segurança ao encontrar-se com um estranho ou estranha. Como, por exemplo, marcar o encontro em um local público. Mas, o quanto antes você tornar essa interação algo real, menores serão as chances de criar expectativas e projeções irreais sobre a pessoa. Então, salve seu futuro relacionamento dessa armadilha!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>2. Valorize todos os aspectos da comunicação</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Conversar com o parceiro é a melhor maneira de criar vínculos e construir a relação. O fato da internet ser uma ferramenta de comunicação não a torna capaz de construir esse vínculo. Afinal conversar significa muito mais do que falar e ouvir. A comunicação não verbal, a voz, a cadência das palavras, a linguagem corporal, o contato de pele. Tudo isso faz parte da comunicação em um relacionamento. Quando a conversa acontece exclusivamente pelas vias virtuais é impossível reproduzir todos esses aspectos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro que os casais podem e devem utilizar os aplicativos de mensagem para conversar e interagir. Mas valorizar essa conexão, que é criada presencialmente, é indispensável para um relacionamento saudável. Os emoticons existem para expressar o que as pessoas estão sentindo. No entanto, eles nunca serão suficientes para  expressar os sentimentos e as emoções mais complexas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>3. Cuidado com o ciúme</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabendo que as oportunidades estão a um clique e a possibilidade de  não serem uma exclusividade na vida de seus parceiros também, muitas pessoas enxergam a presença virtual como uma rival e competem com ela pela atenção. O ciúme das redes sociais. O medo do abandono e o risco eminente de tornar-se desinteressante contamina as relações. Fazendo com que aquele ciclo de rompimento se concretize. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cultive a autoconfiança, o autoamor e a intimidade. Busque conversar sobre tudo, inclusive, sobre o medo de não ser suficiente. Checar o perfil do outro várias vezes ao dia, monitorar a presença online e com quem essa pessoa está se relacionando virtualmente pode se tornar uma obsessão. Não é saudável!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a tecnologia já é parte inerente nas nossas vidas e relações devemos aprender a lidar com ela de forma produtiva, construtiva e conciliadora. É simplesmente impossível ignorarmos o espírito do nosso tempo e tentar construir algo paralelo a realidade, mas podemos agir diante das circunstâncias, transformar nossas próprias atitudes e adotar comportamentos que sejam positivos e benéficos para nosso bem-estar e de todos a nossa volta.</span></p>
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		<title>Geração Z: os perigos do mundo digital para os adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 14:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[PSICOTERAPIA]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescência é uma fase de transição entre não ser mais criança, mas ainda não ser adulto. Mudanças físicas, psicológicas e sociais, somadas ao aumento da responsabilidade, ao aprendizado e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A adolescência é uma fase de transição entre não ser mais criança, mas ainda não ser adulto. Mudanças físicas, psicológicas e sociais, somadas ao aumento da responsabilidade, ao aprendizado e a falta de habilidade emocional, tornam esse período cheio de conflitos externos e internos. Como se já não fosse difícil ter que lidar com tantas transformações, a geração Z, jovens nativos digitais &#8211; nascidos entre 1990 e 2010, precisam se descobrir e amadurecer no ambiente digital. Conectados 24 horas por dia, sete dias por semana.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro que a internet é uma ferramenta poderosa, que amplia as possibilidades de aprendizado, de relacionamentos, de acesso à informação, de expressão de pensamentos e ideias. Mas, ela também apresenta muitas ameaças. Principalmente para os jovens que ainda estão no processo de autoconhecimento, descobrindo suas emoções, seus limites e sua sexualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os adultos que já passaram dessa fase é quase impossível se lembrar do quanto pode ser confuso e assustador ser jogado no mundo real, mas ainda preservar a ingenuidade e a imaturidade da infância. Para os pais, o desafio é duplo: educar os filhos na fase em que passam a ressignificar os aprendizados da infância por meio da contestação, do conflito e da descoberta do “EU” e da individuação, com o adicional da internet e da vida online. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Quais são as maiores ameaças do mundo digital para a geração Z?</b></h2>
<h3></h3>
<h3><b>Redes sociais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Contrariando a proposta da maioria das redes sociais que é conectar pessoas, gerar relacionamento e multiplicar informação, os adolescentes, que passam muitas horas online, parecem estar cada dia mais desconectados do mundo. Hipnotizados por seus celulares, parecem saber interagir apenas a partir da tela. De acordo com a pesquisa Social Media, Social Life, realizada em 2018, 68% dos jovens de 13 a 17 anos, preferem enviar uma mensagem de texto do que conversar pessoalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, por que isso é um problema? A interação humana e as relações interpessoais são ferramentas que nos conduzem a identificarmos e compreendermos nossas emoções. Ao ver outras pessoas reagindo aos sentimentos e situações, podemos ter uma melhor noção sobre o que sentimos. Outro grande problema dos jovens passarem muito tempo no mundo virtual é que aos poucos se perde a noção do que é vida real e do que é apenas uma ilusão, uma construção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As redes sociais são um recorte da realidade. As postagens no Instagram são um momento congelado e editado. Mas, é fácil para os adolescentes que estão do outro lado da tela, com poucas referências do que é a “vida real”, confundir aquela experiência fragmentada com a realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ansiedade, depressão, insatisfação com o próprio corpo, distúrbios alimentares, autocobrança excessiva. São alguns dos distúrbios que podem surgir em decorrência do uso excessivo de redes sociais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Dependência virtual</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já existem alguns distúrbios atribuídos exclusivamente ao estilo de vida hiperconectado. O mais famoso deles é o FOMO (</span><i><span style="font-weight: 400;">Fear Of Missing Out</span></i><span style="font-weight: 400;">). Em uma tradução livre significa o medo de ser deixado de fora. Podemos interpretar esse transtorno como o medo de estar perdendo algo mais interessante, de estar sendo deixado de lado e não pertencer ao grupo. Descrita pela primeira vez no ano 2000, essa síndrome é o principal sintoma de uma pessoa que está viciada nas redes sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Checar o feed a cada cinco minutos. Rolar a timeline por horas. Comparecer a um evento e só pensar nas fotos para o Instagram. São sintomas de quem está dependente do ambiente virtual, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra disfunção psicológica em decorrência da vida digital é a Nomofobia ou medo de ficar sem o celular. Que pode ser interpretado tanto para ficar sem bateria quanto sem conexão com a internet.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um estudo apresentado em 2014 por </span><span style="font-weight: 400;">Fernanda Davidoff. Intitulado </span><a href="https://www.unifesp.br/noticias-anteriores/item/2208-jovens-desenvolvem-dependencia-de-redes-virtuais"><span style="font-weight: 400;">O Impacto do Uso de Mídias Digitais na Qualidade de Vida de Adolescentes</span></a> <span style="font-weight: 400;">revelou que 68% dos adolescentes ouvidos na pesquisa sofriam de dependência moderada em relação às tecnologias atuais (smartphones, tablets e internet). Enquanto que 20% enquadraram-se como dependentes graves.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Viciados em likes</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As ferramentas de interação das redes sociais são programadas para nos manter cativos a plataforma. Postar uma foto e conferir quantos likes, comentários estamos recebendo é um hábito comum de todos os usuários. Mas, para os adolescentes esse processo de se sentir validado apenas quando recebe o “like” alheio pode se tornar ainda mais doloroso. O problema é tão grave e gera tantos distúrbios para a saúde e a para a auto imagem que esse ano o Instagram fez uma atualização importante e muito contestada. A plataforma ocultou o número de curtidas nas fotos. Evitando portanto que os usuários façam comparações entre si. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Conteúdo publicitário</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensado exclusivamente para nos influenciar, o conteúdo publicitário conduz conversas e gera impulsos de consumo ou opinião em nossas mentes. Os adolescentes estão muito mais suscetíveis a serem influenciados pelas opiniões alheias, pela sedução das marcas e também por discursos perigosos como o preconceito, a misoginia, a exclusão de classes, etc.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Como proporcionar uma internet segura?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo para superar os desafios de educar um filho nativo digital é criar um ambiente de confiança, diálogo e respeito a individualidade. Orientar os adolescentes sobre as ameaças e estar sempre atento ao tipo de conteúdo e interação que esses jovens estão consumindo e criando. Ensinar sobre perfis fakes, sobre notícias falsas, sobre fontes de informação confiáveis e sobre como fazer checagem da informação são alguns caminhos interessantes. Pode parecer estranho, mas aprender a distinguir a realidade não é tão simples quanto parece.  Se torna mais fácil quando eles aprendem a comparar e perceber o que é fabricado do que é real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Orientar sobre a privacidade, sobre informações pessoais e sobre a intimidade também é extremamente relevante. Eles precisam aprender a se proteger dentro do mundo digital. Do outro lado, também precisam aprender a respeitar as outras pessoas e colegas. O Cyberbullying deve ser combatido. Os adolescentes são as principais vítimas e os principais agentes ativos desse crime virtual. Os pais e orientadores pedagógicos precisam ensinar sobre os limites legais e ilegais do ambiente virtual. Mostrar que eles serão  responsáveis por um crime cometido na internet, da mesma forma que um crime cometido fora dela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os mais jovens existe ainda a possibilidade de restringir o acesso à páginas que contêm conteúdo impróprio de acordo com a idade. Limitar o acesso, criar restrições de horários e períodos e instalar softwares de segurança são algumas possibilidades. Mas, o mais importante é que os pais e orientadores saibam que nada substitui a orientação, o diálogo e o vínculo de confiança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas ferramentas para acompanhar a atividade online são:</span> <span style="font-weight: 400;">Youtube Kids, Netflix Kids, Google Family, etc.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>A terapia pode ser uma ferramenta nesse processo de descoberta</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em vez de reunir, as telas podem criar um gap geracional. Afastando adultos dos adolescentes nessa fase tão relevante para o desenvolvimento humano. Nesse sentido, a terapia pode ser uma ferramenta de aproximação. Um ambiente seguro para que os jovens possam refletir e discutir sobre seu processo de individuação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com tantos alertas para a segurança parece improvável proteger os adolescentes dos perigos online. Mas, acredite, a internet é uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento dos jovens. Proibir não é o melhor caminho. Ao conhecer os riscos e ameaças podemos ajudar os adolescentes a fortalecerem sua saúde mental e emocional. Além de desfrutar de todos os benefícios de estarem sempre conectados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cultive emoções positivas &#8230;você irá precisar delas em momentos de crise, incertezas e dúvidas.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 14:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos meses tenho pesquisado muito a respeito das emoções positivas e negativas e os impactos no funcionamento da mente e por consequência nas relações. Por que esse meu interesse? [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tatianaleite.com.br/2018/04/11/cultive-emocoes-positivas-voce-ira-precisar-delas-em-momentos-de-crise-incertezas-e-duvidas/">Cultive emoções positivas &#8230;você irá precisar delas em momentos de crise, incertezas e dúvidas.</a> apareceu primeiro em <a href="https://tatianaleite.com.br">Tatiana Leite</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos meses tenho pesquisado muito a respeito das emoções positivas e negativas e os impactos no funcionamento da mente e por consequência nas relações. Por que esse meu interesse? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou terapeuta de casal, e sempre me inquieto com as questões trazidas pelos meus pacientes na clínica. Entendo os momentos de rupturas como possibilidades de mudança. Movimento…</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas frase sempre me sensibilizam quando escuto dos casais com pesar de quem estivesse realmente não encontrando outra forma de expressar a sua dor, o medo da mudança que está acontecendo na sua relação, muitas vezes por anos.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #75bdd1;">&#8220;Você nunca me disse que não estava mais feliz&#8221;. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #75bdd1;">&#8220;Não consigo perdoar&#8221;. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #75bdd1;">&#8220;Acho que não consigo seguir em frente sem você.&#8221; </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #75bdd1;">&#8220;Não sei que caminho seguir&#8221;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao ouvir frases como estas, sinto um impacto tão profundo e me afeta no que há de mais humano nas relações: as pessoas, seus sentimentos e suas emoções.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já sabemos que uma boa comunicação, confiança é o alicerce para as boas relações. Mas como comunicar as suas emoções durante uma discussão e após uma crise seguir em frente ao lado daquela pessoas que escolhemos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando as pessoas estão chateadas, é comum que as emoções negativas se acumulem. A primeira a aparecer é a raiva, que nos torna vulneráveis expondo nosso medo. Quando o medo passa; a tristeza fica aparente. E, se nesse momento a conversa/relacionamento acaba antes que seu parceiro exponha todos os sentimentos, emoções negativas inexploradas irão retornar e insistir  até serem resolvidas e esgotadas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui entram as emoções positivas, e gostaria de compartilhar com vocês o que todos nós podemos fazer por nossos relacionamentos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="color: #75bdd1;">Cultive o bom humor, ria, chore e viva com intensidade.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="color: #75bdd1;">Crie  bons momentos.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="color: #75bdd1;">Valorize quem escolheu para estar ao seu lado.</span></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000; font-size: 12pt;">Deixe seu parceiro saber que está feliz!!!! Construa uma história, imagens/recordações,fotos, momentos, cartas, conquistas, vitórias.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-weight: 400;">Para que tudo isso?! Simples:  Cultive emoções positivas &#8230;você irá precisar delas em momentos de crise, incertezas e dúvidas!!!! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tenha sempre em mãos, para te lembrar que vale a pena!!!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com carinho,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Tatiana Leite </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"> Psicóloga Clínica e Hospitalar CRP 06/73375| Terapeuta de Casal e Família | Terapeuta Sexual </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #75bdd1;">**** Sugestão de novos temas,  envie um email para tatiana@tatianaleite.com.br ****</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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